sexta-feira, 25 de junho de 2010

As 180 piores bandas de rock do mundo (160 - 141)

160- System of a Down: Nunca ouvi vocalista mais destoante do resto da banda como é Serj Tankian e o Sistema Fodão. Não encaixa de jeito nenhum. E aquelas músicas sem estrutura definida tornam a coisa ainda mais confusa e sem identidade. Uma coisa ridícula que metaleiros costumam fazer é trança na barbicha. E acho que todos nessa banda fazem.

159- Gogol Bordello: Pior do que as tranças na barbicha que o pessoal do metal faz é esse aqui, que usa bigode de Super Mário. Punk cigano. Porra, punk cigano? Tem como isso sair bom? Se um otário desses vier querer ler minha mão, vou dar uma voadora com dois pés. E ainda leva uma violãozada na cabeça, de lambuja.

158- The Darkness: O metal farofa parecia uma coisa longínqua. Lembrança de um passado barango. Até esses viados filhos de quenga o trazerem volta. Não bastasse o revival dos anos 80 que o pessoal do pop anda fazendo, querem agora voltar com tudo que já houve de ruim na música.


157- Manu Chao: O rock latino não tinha
como ficar de fora. E esse aqui faz questão de se caracterizar todo, com gorrinho do Chaves e tudo mais. Esse aqui parece o cara da Banda Eva. Sou mais as pernas da Ivete Sapatão. Não sei como o pessoal endeusa tanto essas modinhas de viola que falam sobre marijuana e sobre ser latino-americano. Mano, tchau.

156- Sex Pistols: Muita atitude pra pouca música. Se a atitude fosse autêntica, até que ia. Mas nem isso. Foi tudo cirurgicamente arquitetado por Malcolm McLaren. Pegou uns freqüentadores da sua boutique e montou uma banda. Viu? Desde aqueles tempos já existiam boy bands. Hoje em dia se usa o termo punk de boutique como algo pejorativo, mas os primeiros punks eram de boutique. Literalmente.

155- Raimundos:
Música para estuprar mulher. Os gentlemen mais finos da música apareceram em meados dos anos 90 misturando forró sacana com hardcore sacana. Não entendo como tinha mulher que ainda era louca pra dar pro Rodolfo. Graças a Deus depois de um tempo eles acabaram desencanando do forró. E, por um breve período, das letras de putaria. Mas o estrago que fizeram na música tava feito. Depois deles, outros vieram fazer a infeliz mistura. Por incrível que pareça, depois que o Rodolfo saiu para ser crente (que é gente) a banda continuou e existe até hoje. Sabia disso?

154- Kiss: Até que tocavam um rock honesto mas, sei lá, tenho a impressão de que, se não fosse a maquiagem de biba e as roupas de personagem do He-Man, nunca fariam sucesso. Frustrados porque ninguém os reconhecia na rua, resolveram tirar a pintura. E assim caíram no ostracismo. Acho que o mais nojento não era a língua do Gene Simmons ou o sangue que saía dela, mas sim o cabelo peitudo do Paul Stanley.

153- Beastie Boys: Deviam ter trocado o nome há uns 20 anos. É meio ridículo ver um grupo formado por quarentões ter “boys” no nome. Gera Samba virou É o Tchan e nem por isso deixou de fazer sucesso. Mostraram porque é que meninos brancos não devem se meter a fazer rap. “Ah é, a gente não sabe fazer rap?” Em meados dos anos 90 resolveram pegar nos instrumentos (olha a maldade) e tocar um hardcore ultrapodreira. Deu vontade de falar: “Ô moçada, volta a fazer rap aí, vai”. Ninguém merece ouvir gritaria aguda e mal tocada.

152- Chico Science & Nação Zumbi: O que é que deu na cabeça da mídia nos anos 90 que cismou que esse negócio de manguebeat era legal? É chato pra caramba, isso sim. Até hoje, não existe sequer uma mistura de rock com ritmo regional que tenha dado certo. E tem coisa pior do que grupo de percussão?

151- The Clash: Tocavam música interessante até certo ponto da carreira. Mas começaram a degringolar com o passar dos discos. Oscilavam entre a voz bichosa do Mick Jones e a gritaria bêbada de Joe Strummer. Pô moçada, não tem meio termo nisso aí não? Agora eu duvido que alguém consiga ouvir todas as 36 músicas experimentais de Sandinista! sem apertar o skip e achar tudo um barato. Duvido mesmo. No final da carreira estavam tocando world music. Provavelmente o pior estilo inventado. Falo final da carreira porque nem considero o disco Cut The Crap como sendo The Clash.

150- Velvet Revolver: Bem, os músicos do Guns ’N’ Roses já não eram lá essas coisas nos tempos áureos da banda. Anos depois, formaram esta daqui, tocando de um jeito ainda mais medíocre e sem criatividade. Ouça um dos dois discos (idênticos) e você vai ver a falta de vontade desses tiozinhos em criar qualquer coisa. Izzy Stradlin, o único verdadeiro talento do Guns, seria a única coisa que os salvaria. Mas nem isso. Ficou com preguiça e saiu da banda logo no início. E, para completar, ainda colocaram o Ney Matogrosso no vocal.

149- Wander Wildner: Sabe quando o troço é tão ruim que é bom? Pois é, não é o caso aqui. Não sei o que é que os gaúchos têm, que tudo que sai de lá é...engraçadinho não é a palavra...música pra doido também não...cafona também não. Ninguém de lá parece normal. Anote aí: Cascavelletes, Júpiter Maçã, Graforréia Xilarmônica, Comunidade Nin-Jitsu, Edu K, e acho que todos os outros. E é tudo muito do sem graça. Tanto no sentido “haha” como no sentido “ai que legal”.

148- The Police: Não gosto de cantores de voz aguda. E Sting, pra piorar, canta imitando uma sirene: Roooooxanne. Claro, se a banda se chama The Police (em português, Os Homi), o que poderia se esperar? Até que a banda não é de todo ruim. O pior foi quando Sting saiu em carreira solo para fazer world music, provavelmente o mais estilo musical mais chato existente.

147- Bee Gees: Oh, esquece o Judas Priest, esses machões têm os agudos que chegam a níveis ultrasônicos. E são três, ainda. Não se estranhe se você estiver ouvindo Staying Aliiiiiiiveeeaaaaaaa e seu cachorro começar a uivar junto. A propósito, se você estiver escutando essa música, sua sexualidade é bem duvidosa. A discoteca foi, com certeza, a pior herança que os anos 70 nos deixaram. Imagina uma década cheia de Hermes e Renatos nas ruas, com medalhões dourados, calças bocas-de-sino, lapelas largas e, pior de tudo, cabelos peitudos a mostra.

146- Ok Go: Os caras daquele clipe com as esteiras de academia. Fariam sucesso não fosse isso? Duvido muito. Ninguém nem reparou que a música era, na verdade, sem graça. Depois disso, ao invés de focar na música, começaram a focar em clipes criativinhos. Depois de Here It Goes Again veio This Too Shall Pass. Agora podem continuar fazendo música ruim que ninguém vai notar.

145- Gorillaz: Novamente, uma que fez sucesso mais pelos videoclipes singulares do que a música. A idéia era fazer parecer que os personagens do deseinho é que tocavam as músicas. Mas Damon Albarn não permite, já que aparece mais do que tudo. Apesar da chatice que é o pop britânico, sua banda anterior, o Blur, era mais interessante. A propósito, todas as bandas do britpop parecem formadas por viadinhos e meninos criados com vó.

144- Cannibal Corpse: Olha, pode me chamar de preconceituoso e o caralho a quatro. Mas não consigo imaginar alguém que curte death merdal como sendo uma boa pessoa. Ou mesmo uma pessoa financeiramente bem sucedida. Ou até uma pessoa fisicamente bonita. Somente os piores seres humanos conseguem ouvir vocal vomitado e bateria de máquina de costura.

143- Os Paralamas do Sucesso: Representantes do ska, eram bem divertidos na década de 80. Mas deviam ter parado por lá mesmo. Na década seguinte, fizeram incursões por outros estilos. Sem sucesso (hein hein, sacou o trocadilho?). Tem coisa mais chata do que músicos que ficam tentando explorar uma, digamos, brasilidade? Dos acústicos caça-níqueis nacionais, o deles foi o pior. Hebert Vianna sempre perdeu a voz ao cantar. Acho que isso era pra ser charmoso. Depois do seu acidente, o Paralamas não fez absolutamente nada que tivesse alguma vitalidade. Deixa o cara aposentar, gente.

142- The Offspring: Tocam punk rock comum e normal. Mas continuam fazendo sucesso por terem em cada disco uma música felizinha e radiofônica. Kick Him When He’s Down foi plagiada no disco seguinte em Come Out And Play, que foi plagiada no sucessor em I Choose, que foi copiada em Pretty Fly (For A White Guy), plagiada em Original Prankster. Decidiram desacertadamente colocar novos elementos no som. Mas continuaram roubando idéias de si mesmos em Hit That e, no disco seguinte, em You’re Gonna Go Far, Kid. Molecada compra (ou baixa) um disco inteiro de punk comum por causa de uma música diferentinha.

141- Sugar Ray: Mais um exemplo daqueles que passam a carreira inteira buscando a mesma fórmula de sucesso. Odeio bandas de rock com DJ no meio. Em meados da década de 90 lançaram Fly, uma musiquinha bem safada de clima havaiano. O que as pessoas que compraram o disco não sabiam era que Fly destoava completamente das outras faixas, de rock pesado. Tentando se manter na mídia, mudaram completamente o som, lançando apenas discos com pops ensolarados, cópias de Fly. Vendidos? Imagina.

domingo, 20 de junho de 2010

As 180 piores bandas de rock do mundo (180 - 161)

180 bandas. Nuuuuuuu, que psicopata! E olha que, quando comecei a fazer a lista, achei que não iam passar de 40. Toda vez que eu achava que tava chegando próximo do fim, ligava a televisão e me passava mais um monte na cabeça. Você vê que fico muito tempo sem postar, mas quando posto, é pra cansar. Tinha feito sobre umas 70 bandas há uns sete meses atrás, aí parei. Mas depois completei e taí. Pra ajudar, dividi em sei lá quantas partes. Sempre gostei de ver listas sobre o melhor e o pior de qualquer assunto, principalmente rock. Vejo os comentários do tipo: “Ah, esse cara é um idiota que só quer aparecer. Não entende nada de música”. Pensei: Bem, eu também sou um idiota que não entende nada de música. Por que não fazer minha própria lista? Estou ciente que, só aqui na minha cidade, deve ter outras mil bandas piores do que as citadas aqui. Talvez uma maneira mais adequada de chamar esta lista seria “As piores bandas do mainstream” ou “As bandas mais superestimadas do mundo”. Tentei colocar pelo menos uma de cada segmento tosco da música. Três critérios básicos tentei usar para fazer a lista: 1- Importância que as pessoas dão (então não estranhe se vir aqui algum dinossauro do rock). 2- O meu próprio gosto (apesar de que várias vezes usei a minha discoteca como base). 3- Ruindade, mesmo. A posição 181 fica em homenagem a todos os esquecidos por mim nesta lista. Pulemos para a próxima...


180- Tokio Hotel: Estão nesta posição simplesmente porque são fruto de preconceito meu. Nunca ouvi, porque sempre que os vejo, mudo de canal. Odeio andrógenos. Mas aposto que, se ouvisse, iriam figurar uma posição bem mais alta (baixa?). O mesmo digo do tal Justin Biba. Não ouvi e não gostei. Todo mundo fala mal, mas não posso dizer nada já que, afortunadamente, não o conheço.

179- Garbage: Precisa dizer mais alguma coisa? O próprio nome já define a banda. Quando surgiu, criou bafafá por ter na banda produtores famosos, inclusive o cara que produziu Nevermind. Só não estão em uma posição mais alta (baixa?) desta lista porque têm uma vocalista gostosa.

178- Coldplay: Nem sei se é adequado colocá-los nesta lista, já que rock piano não é bem rock. Tá mais pra musica de mulherzinha. E nêgo ainda copia na cara dura música do Joe Satriani. E, eu não sei bem o que é, mas tenho uma vontade enorme de dar um socão na cara de qualquer músico/ativista político. Só não está em uma posição mais alta (baixa?) porque o cara come a Gwyneth Paltrow (confesso que tive que ir no Google pesquisar como se escreve o nome da mulher).

177- Living Colour: Fazia sucesso porque era banda de negão tocando rock. Fora isso, tinham algo mais? Ammm, acho que não. Peraí, tinha sim. Usavam roupa apertadinha de surfista. Alguém me explica qual a relação das bandas do início da década de 90 e as roupas de surfista? Era só pra valorizar o “material”? Ainda mais os negões: “Tá vendo mulherada, bagagem deste tamanho seu namorado branquelo nunca vai ter”.

176- Tihuana: Surgiram em 2000 com um rock ensolarado. Eu até tinha gostado. Tanto que até fui num camellot, que também vendia óculos escuros fincados no isopor, e comprei um piratão. Legal até. Qual não foi minha surpresa ao ver que praticamente todo o CD era formado por covers, que os caras tomaram como deles, na moral. As piores eram de autoria deles, tipo aquela Eu Vi Gnomos, feita pra quem tá afim de curtir um ácido. Também tinha as iguais: Tropa de Elite, Pula! e É Guaraná! O resto era cover. A partir do segundo disco tiveram que fazer mais coisa própria. Resultado: Chafurdaram bonito.

175- Men At Work: Um dos maiores exemplos de como é possível parar no tempo. Veja bem: Lançaram um disco em 81, um em 83, outro em 85 e pararam aí. Mas não deixaram de existir. Devem tocar de saco cheio as mesmas músicas. Colé gente, não dá pra viver do passado. Minha vó já foi gostosa; hoje só tá o bagaço. Isso é natural. Não te dá aflição a vesguice do Colin Hay? Com aquele olho de siri, você nunca sabe pra onde o cara tá olhando.

174- Amy Winehouse: A mocinha com um casulo de marimbondo na cabeça e que “aspira uma carreira” na música. Bebum que deixa muito homem no chinelo. Também, o que poderia se esperar de alguém que tem como sobrenome “Casa do Vinho”? Era até pegável há uns anos atrás, quando tinha o visual gordelícia. Mas foi piorando, emagrecendo, perdendo alguns dentes e fazendo uma ridícula pintura da Jade no olho. Se continuar assim, vai acabar indo pro saco antes do Niemeyer. E ainda faz topless na praia, não poupando ninguém das muchiba.

173- Ira!: Graças a Deus houve uma confusão envolvendo briga de faca e tudo mais para evitar que continuassem. Muitos versos (pobrinhos, por sinal) não encaixavam nas melodias. Não sei como Nasi, o Wolverine brasileiro, conseguiu permanecer no posto de vocalista todos esses anos, com sua voz destruída pelo cigarro. E alguém deveria ter dito a Edgard Scandurra que coisinhas eletrônicas podem ser divertidas para brincar em casa, mas nunca pra colocar num disco de verdade.

172- Móveis Coloniais de Acaju: Confesso que foi uma das performances mais interessantes que eu já vi ao vivo. Mas para aí. Se você for escutar no conforto do seu lar, vai ver que não é nada mais que o velho ska comum e normal. E com cantor desafinado.

171- The White Stripes: Formada por uma dupla de dois. Até hoje não sei se esses dois se pegam, se já se pegaram, se são parentes ou que merda são. Agora, não sei que vantagem existe em você deliberadamente tirar instrumentos de uma banda. Não era melhor serem diferentes por, por exemplo, acrescentarem um instrumento inusitado, do que tirando? Uma vez vi Jack White falando que Meg tocava bateria de um jeito infantil. Bem, e isso era pra ser bom? Vi o vídeo caseiro da Meg White no Pornotube. É possível que não seja ela, mas prefiro pensar que é. Safadinha. Pra uma atriz pornô, é excelente baterista.

170- No Doubt: Faziam um ska de respeito no início da carreira. Mas foram cada vez mais aderindo ao pop MTV. Eric Stefani, principal compositor, foi esperto em pular fora para ser animador dos Simpsons. Ele não tem nada a ver com a palhaçada que foi feita nos últimos anos. Aí você poderia dizer: Pelo menos sua irmã, Gwen, é gostosa. É porra nenhuma. Parece um travecão. Veja fotos do início da carreira e você vai ver uma puta baranga. Ou baranga puta, sei lá. E a mulher nem peito tem.

169- Bush: Não confundir com o ex-presidente norte americano viciado em jogar War em tamanho real. Gavin Rossdale é o cara que come o travecão. Sempre que vejo alguém com a bochecha travada, tenho a nítida impressão de que aquela pessoa acabou de cheirar cocaína. Vontade de dar um soco bem na fuça desses caras, pra tirar esse sorriso involuntário de Coringa que a cocaína deixa. Ou, pelo menos, ele podia tirar o caralho da boca para cantar.

168- Ed Motta: Tchap tchura thurap tchap tchura. Odeio esses sons sem sentido nenhum que a moçada coloca nas músicas. Pop rock faz isso demais. No caso do sobrinho do Tim “ó o retorno” Maia, os sons eram pra ser uma espécie de onomatopéia dos instrumentos. Tipo Scatman John. Chato demais. Ainda mais tocando uns funkzinho sem graça, sem graça. E como pode um dos sujeitos mais feios da música se considerar gás nobre? Em uma frase infeliz, disse que gostava de tudo que não fosse povão. E olha que ele tava falando não só de música, mas de cinema, gastronomia...

167- Beck: O que dizer do cara que tem nome de maconha? Está na lista representando a classe dos moderninhos. Liquidificador musical uma ova. Todo mundo acha barango o country, o folk, o gospel e afins. Mas, quando esse cara faz, os cults acham que é a coisa mais original do mundo.

166- Judas Priest: Ei, qual é a dos grupos de metal e a voz fininha? Se a intenção era assustar, não devia ser o contrário? Rob Halford parece cantar com um metal enfiado no rabo, pra soltar aqueles faniquitos capazes de quebrar cristal. O cara só foi assumir seu homossexualismo em 98. Oh, que choque!

165- Skank: Futebol é, provavelmente, a pior temática para música que existe. Vide Dr. Sin, que foi só começar a compor em português que já tascou uma chamada Futebol, Mulher e Rock’n’Roll. Tinha participação do Sílvio Luiz e tudo mais. Olho no lance! Jorge Ben Jor também adora fazer isso. É bem verdade que eu não conheço outra do Skank sobre o tema que não seja É Uma Partida de Futebol. Mas, sendo uma das piores do nosso cancioneiro, ela paga por todas as outras. Ainda mais com aquela guitarrinha de rock mineiro. A banda do Quentin Tarantino só foi piorando as coisas, fazendo a transição do reggae de teclado para uma cópia fajuta dos Beatles.

164- Stone Temple Pilots: São a prova de como as drogas podem fazer mal a uma pessoa. Scott Weiland deve ter cheirado mais do que o Maradona e o Aécio Neves juntos. No começo da carreira, tentava imitar Eddie Vedder com aquela vozinha de taquara rachada, cantando virando os oinho pra cima e dando aquele arquear de sobrancelha. Depois de tanto serem chamados de cópia, foram tentando mudar o som, incorporando frustradamente a psicodelia e a baitolice. Scott foi ficando cada vez mais parecido com Ney Matogrosso. Isso quando não estava numa clínica de reabilitação.

163- Planet Hemp: A pior coisa que existe são aqueles cariocas que ficam tentando exaltar a sua, digamos, carioquice. E quando é carioca e skatista, ao mesmo tempo? E quando é carioca, skatista, bandido e tem 100% das músicas falando sobre maconha? Muito chatas essas bandas temáticas. Será que tem tanto assunto assim? É verdade que eu já tive muito amigo que fumava o cigarrinho do mal na minha frente. E o principal assunto, quando eles tavam nessa, era a própria chupeta do capeta. Sério, alguém acha que se não fosse isso alguém prestaria atenção nessa banda? E o pior, essa banda projetou Marcelo D2, que hoje em dia só vende estilo. Era menos chato quando ele tinha o black power e voz de arroto, do que agora que fica fazendo voz de malandro ishperto.

162- Def Leppard: Ou Leopardo Surdo. Que mania as bandas têm de juntar no nome um animal e uma deficiência, tipo Blind Pigs, Crazy Frog, Dead Fish, etc. Inclusive, essa banda tem como baterista uma ovelha maneta. Se tem gente que acha que pode substituir a bateria com um aparelhinho, essa banda só reforça a idéia, já que o cara “consegue fazer” o mesmo só com uma mão.

161- Weezer: Provavelmente os maiores representantes do orgulho nerd. Consigo imaginá-los, na pré-adolescência, apanhando de valentões e tendo o dinheiro do lanche confiscado. Acho que foram o embrião dessa modinha indie das camisas xadrez e os óculos de aro grosso. Só falta o porta-canetas no bolso.

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