As 180 piores bandas de rock do mundo (80 - 61)
80- The Prodigy: Ok, eu não quero saber quem foi que começou, quem deixou de começar porra nenhuma. Mas acho que esses aí foram os maiores responsáveis por toda a merda feita na música no final da década de 90 e início da década de 2000. Todo mundo começou a largar os instrumentos para apertar botõezinhos. Zoing tutstutstutstuts zoing zoing zoing tutstutstuts. Uhuuuuu! É bem verdade que boa parte da minha ojeriza com música eletrônica vem dessa molecada que fica tomando balinha nesses trances, que não se diferenciam muito de uma micareta.79- Ramones: Os caras feios que ensinaram ao mundo o “faça você mesmo”. Bem, isso é meio contraditório já que, se posso fazer sozinho, não tem o que ser ensinado. Qual o sentido de eu comprar um disco ou ir ao show de uma banda que faz o que qualquer pessoa ignorante no assunto pode fazer? Não entendo
como pode ter uma legião de fãs uma banda que fez questão de, por mais de 15 anos, não aprender a tocar os instrumentos. Joey Ramone cantava como se tivesse limpado a garganta e ficado com o catarro na boca esperando pra dar aquela cusparada assim que descesse do ônibus. Pode ter certeza, se você vir uma banda de moleque punkinho e eles não tocarem nenhuma dos Ramones, eu sou o Bozo. E mais, se eles não tocarem Hey Ho Let’s Go, eu sou o Bozo disfarçado de Luiz Ricardo. Musiquinha mais insuportável essa. Confesso que gosto dos três últimos discos dos Ramones. Coincidentemente foi quando Dee Dee, principal compositor, saiu da banda para tocar rap (wtf?) e eles deixaram de fazer aquele punk toscão para tocar rock.78- Lenine: Odeio o formato “um banquinho, um violão” de qualquer lugar do Brasil ou do mundo. Esses que cruzam as pernas igual mulher e dedilham uma violinha por cima delas. Me dá um sono do caralho. Ainda mais os violeiros nordestinos, tipo Zeca Baleiro, Chico César, etc. Coloquei aqui o Lenine porque acho que destes, é o que mais flerta com o rock. E porque ele usa um violão sem corpo. Vontade de dar uma violãozada na cabeça de um deles, no melhor estilo “não é a mamãe”. Acho que só mulher gosta desse tipo de artista. E digo mais: Mulher lésbica.
77- Poison: Os reis da farofada. Tocavam música pop, mas eram vendidos numa embalagem heavy metal. Tinham os piores rock balada do hair metal. De uns anos pra cá, o vocalista (ou ex-vocalista, sei lá se eles ainda existem) Bret Michaels virou arroz de festa de reality show. Acho que já o vi nuns três. Em um deles, ele procurava uma namorada, tal qual Latino no programa da Sonia Abrão.76- Whitesnake: Outro grande exemplo de porque os anos 80 são chamados de “a década perdida”. Estilos como o rock farofa com letras piegas tocadas por caras de cabelo pufante mostram boa parte do que deu de errado. Contra indicado para diabéticos. Fora que Steve Vai à Merda é o cara mais citado pelos adolescentes que gostam de ficar punhetando a guitarra, ao invés de tocar.
75- Cássia Eller: Ou Cássio Euller. Deve ter pegado mais mulher que muito cara aí. Por que será que toda brasileira que toca violão é sapatão? Se você acha que é preconceito, me cite uma que não seja. E essa ainda põe a mão no saco e balança pra galera. Representando aqui a classe dos intérpretes. Acho que se alguém apenas canta e não compõe nada, tem que ter uma voz, no mínimo, do caralho. Não é o caso. E outra: Apesar de idiota, até compreendo o fato de as pessoas quererem saber da vida pessoal dos artistas. Isso, de uma maneira ou de outra, acaba influindo nas composições. Mas, no caso dos intérpretes, não altera em nada. Então perde o sentido.74- 30 Seconds To Mars: Eu gostava muito mais da banda do Jordan Catalano quando eles tocavam no seriado Minha Vida de Cão. Tocavam cover do Ramones e tudo mais. Agora viraram um bando de emo com luvinha sem dedo e o caralho a quatro.
73- Good Charlotte: Olha, o estilo emo não é de todo ruim. Músicas que falam sobre almas torturadas, filhos rejeitados pelos pais e toda essa baboseira sentimentalóide sempre existiram. Pra mim isso é falta de pica. Agora, o que faz as pessoas terem raiva dos emos é o estilinho escroto. Rímel no olho, franjas feitas com chapinha e outras viadagens.72- RPM: Os anos 80 tinham instrumentos muito biscates, tipo aquele teclado que se toca como se fosse guitarra, bateria com pads no lugar de tambores e baixo sem cabeça e sem corpo. RPM tinha tudo, beibe. Por algum motivo, foram febre nacional. Talvez porque confundiam as meninas usando palavras pouco usuais para fazer música de amor. Deviam se achar “os” poetas. Da classe dos que cantam fazendo força para cagar (que não são poucos), Paulo Ricardo ganha com folga. Tal qual Roberto Carlos, PR saiu do rock (apesar de eu não considerar coisa feita com sintetizador como rock) para a música romântica feita para donas de casa. Com metade do talento do rei. Se a força para cagar já era perceptível no meio daquele tanto de parafernália, na carreira solo podia-se até ouvir a merda descendo no final da música.
71- Nightwish: Metal melódico, por si só, é uma bosta. Colocar cantora lírica no meio não melhora em nada. A propósito, alguém consegue explicar a relação entre o metal melódico e o medievalismo? Melhor, alguém me explique por que a molecada que curte um metal melódico sempre curte animes, mangás, hentais e toda a porcariada que vem do Japão.70- Evanescence: Se botar cantora lírica em metal melódico já é ruim, imagina então em nu metal. A vocalista dessa pelo menos é gatinha, enquanto da outra lá parece a Morticia. Mas estão na frente no meu ranking porque atingiram as FM’s, enquanto a outra lá, graças ao bom Deus, não saiu direito da obscuridade.
69- Pitty: Agora, se estou falando que as duas bandas de cima são ruins, o que dizer então da cópia mal feita da Bahia? É o nu metal malhação. As letras de auto-ajuda parecem ter sido escritas por alguém de nove anos. Só faltou ter uma chamada “Não Pule”. Alguns anos atrás, a mulher ganhou o prêmio Ídolo MTV, ou algo do tipo. Aí subiu no palco e disse um chavão mais ou menos assim: “Queria que vocês lembrassem que eu não sou um ídolo de pedra, mas sim um ídolo de carne, osso e coração”. Disse essa pieguisse com uma cara de quem tinha acabado de cheirar uma carreira. Duvido que alguém, mesmo fã da Pitty, tenha pensado nela como algo próximo a um ídolo de pedra.68- Guns ‘N’ Roses: Pergunte pra qualquer moleque ignorante em música qual é o melhor guitarrista de todos os tempos. Quase
todos responderão: Slash. Slash é, na verdade, uma das maiores enganações da história. Fica horas segurando uma nota na guitarra, o que impressiona a gurizada. Usar uma cartola também contribui para tornar dele uma figura folclórica. O Guns é a prova de que se pode fazer algo grandioso com músicos medíocres. Axl é um dos caras mais desafinados que eu conheço. Qualquer outro cara da própria banda consegue cantar melhor que ele. Porém, só ele teve coragem de cantar com um shortinho revelador. Pioraram tudo quando lançaram os Illusions, cheio de baladinhas de piano. Pioraram ainda mais quando tentaram se redimir lançando um disco com covers punk. Pioraram ainda mais quando Axl fez os fãs esperarem 14 anos por um disco de música eletrônica com uma banda de 20 membros.
67- Skid Row: Estão nesta lista não tanto pela farofada que proporcionaram à juventude dos anos 90. Por isso também, mas sobretudo pelo que Sebastian Bach fez depois. Sabemos que Axl não é dos mais talentosos vocalistas. Então o que dizer do cara que tem sido por vários anos uma espécie de Sr. Smithers pra ele? Sério que nunca vi alguém defender tão caninamente e endeusar qualquer merda que o outro faça desse jeito. Acho que um deve chupar a rôla do outro. Se bem que Sebastian é gatinha.
66- Supla: O papito é, sem dúvida, uma das personalidades mais sem talento que existe. O símbolo máximo do punk de boutique. Nos discos mal dá pra ouvir sua banda de apoio, já que coloca o volume do vocal lá em cima. E canta mal, o comédia. Parece música de propaganda do Max Steel. Jamais teria sucesso hoje em dia, não fosse a participação na Casa dos Artistas. E a participação no programa, por sua vez, não teria acontecido não fosse sua freqüente aparição nos Piores Clipes do Mundo, do Marcos Mion. Aliás, jamais teria se destacado na música se não fosse filho de uma prefeita (na época, sexóloga) com um senador. Como pode se considerar punk alguém que nasceu num berço desses? Punk brasileiro, pra mim, antes de tudo tem que ser preto. O cara ainda tenta disfarçar a calvície arrepiando e pintando o cabelo de loiro. Ademais, é muito irritante alguém que, a cada três palavras que fala, uma é em inglês. C’mon, Kid.65- Avenged Sevenfold: Reúne tudo que tem de pior numa banda só: Instrumental fortemente influenciado pelo metal melódico, com guitarrinhas fazendo bilubilu e tudo mais. Vocal estilo Linkin Park. Temática vampiresca. E o pior de tudo: Visual estilo emo, com um monte de tatuagem escrota, óculos Ray Ban, cabelinho preto repicado e grandinho perto da orelha, maquiagem de bicha e luvinha sem dedo.
64- My Chemical Romance: Olha, a lista de bandas emocore da atualidade é gigantesca. Podia colocá-las todas no mesmo saco, botar no lixo e jogar gasolina por cima. Generalizo mesmo. Virou lugar-comum falar mal do estilo, mas destaco esta por dois motivos: Acho que ganha das outras em matéria de choradeira. Também ganha em matéria de darkice.63- Pink Floyd: O pior desta e de outras similares do rock progressivo não é nem a pretensão. Pior de tudo é a duração das músicas. Haja saco pra ouvir canções de mais de 20 minutos. Aí cada disco fica com umas cinco faixas, no máximo. E, quando você vai ver, cada uma tem apenas alguns versos. O resto do tempo fica por conta dos solinhos de guitarra e de sons ambientes. Aliás, o Pink Floyd é mestre em encher lingüiça com sons ambientes e barulhinhos. Música, mesmo, deve ocupar metade do disco. Isso pra mim é enrolação e falta de criatividade.
62- Jethro Tull: Se música de 20 minutos é entediante, imagina então de 40. Outro grande nome da megalomania do progressivo. E olha que, de todos os vários minutos de Aqualung, só sei o tarararararã. E te falo uma coisa: Colocar flautinha não ajuda muito. Que mania que os progressivos têm de enfiar na banda instrumentos que não sejam baixo, guitarra, bateria e teclado.61- Marilyn Manson: Atitude? Alguma. Talento? Isso a gente vai ficar devendo. Tente cantar puxando o ar para dentro. Tcharã! Você fez uma imitação de Marilyn Manson. Ninguém nunca teria ouvido falar nesse cara se ele não usasse lente colorida ou se não usasse peitos falsos. Uma viadagem do caralho. Quem diria que Paul Pfeiffer iria se tornar essa bicha louca quando virasse adulto?














































